23 abril 2017

5 MOTIVOS PARA ASSISTIR: A FORÇA DO QUERER


Tem novas histórias sendo contadas no horário das 9 da Globo e reunimos 5 motivos para dar uma conferida em A Força do Querer. Assinada por Glória Perez e no ar desde o último de 3, a novela tem como inspiração o sentimento do querer e sua força em nossas escolhas e atitudes.

1. Glória Perez

Fãs de novelas sabem que quando Glória assina uma trama, você pode esperar muito para ser contado. E por muito quase sempre se deve entender muitos personagens e muitos temas a serem levantados.

E vale lembrar que dessa vastidão de possibilidades que sempre são criadas, sempre sai alguma coisa a ser lembrada. Prova disso está no currículo da autora que inclui grandes sucessos como O Clone, América, Mulheres de Areia, Caminho das Índias, Salve Jorge, entre outros.

Mesmo se a trama principal não engrena, certamente algum personagem secundário ganha o público e dificilmente se tornará uma novela chata de acompanhar. Até porque quando ela perde a mão no mínimo dá para se divertir com o absurdo...

2. Novela que veio para ser novela

Pode parecer estranho, mas é bom ver que A Força do Querer não vem com pretensão de revolucionar o gênero. Não se vê intensão de ser diferente, de flertar com o cinema e com a TV americana. E talvez por isso sobre espaço para criar e contar a história da forma como novela deve contar. 



E todos os elementos de um folhetim clássico se fazem presentes e todas as cartas são colocadas à mesa de cara. Sabemos quem serão os personagens e para que vieram e certamente desde cedo o retorno dos telespectadores nortearão o destaque maior ou não de cada núcleo. E certamente a autora está pronta para qualquer possibilidade.

3. Mocinhas não convencionais

A novela traz três figuras femininas com forte potencial ao protagonismo da trama. E nenhuma delas estão na posição de pobre garota indefesa.


Ritinha (Ísis Valverde) pode se aproximar de uma. Mas sua impulsividade a tira da zona de vítima. Ela age movida aos seus interesses e vontades, não possui freio. E é nela que a trama se centra até então. É seu querer que veio com toda força.


E também temos Jeiza (Paolla Oliveira), policial e lutadora de MMA, completamente fora do esteriótipo de mulher indefesa e que certamente esta lá para provar que mulher tem sim espaço em profissões tidas com masculinas, apenas com a força de seu querer.


Na outra ponta, está Bibi (Juliana Paes), movida pelo sentimento e abalada ao reencontrar um amor do passado que deixou em busca de uma paixão mais intensa. Até aqui uma mocinha típica presa em um triangulo amoroso. Mas não se engane, a promessa é que um futuro no crime aguarda por ela.

4. Transexualidade

Dentre os núcleos passíveis de destaque está a personagem Ivana (Carol Duarte), que já anuncia sua não identificação de gênero, gerando a frustração da mãe Joyce (Maria Fernando Cândido).


Abordar sexualidade numa trama vista por um grande público é um ponto delicado. Mas necessário. É tolo quem se incomoda em ver o assunto retratado na tela, uma vez que no mundo atual é impossível se manter alheio. E a informação é importante para que se gere um conceito correto e se deixe de lado o preconceito e a discriminação. 

Glória Perez sabe tratar de assuntos delicados e tocar o público. A torcida é que se consiga trabalhar o núcleo de Ivana de forma correta, passando a informação que deve passar e resistindo à pressão que deve surgir contra o assunto a tempo de desenvolver uma boa história que cumpra sua função social. 

5. Elenco Afinado

Repleta de veteranos e nomes de peso, a trama marca a volta de alguns rostos sumidos como Edson Celulari, Maria Fernanda Cândido e Dan Stulbach. Além disso, temos o reencontro de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, que já provaram ter uma química excelente em cena em Caminho das índias.


Com poucas exceções, o elenco mostrou até aqui uma boa afinação e tudo vem funcionando muito bem, o que já conta um ponto muito positivo para o que é visto em tela.

Certamente um folhetim em moldes clássicos e com grande potencial, que tem tudo para deixar sua marca e ser lembrado como um grande sucesso entre as novelas.

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22 abril 2017

5 MOTIVOS PARA OUVIR: PANTERA


Dia de falar de música! E se você curte rock, vamos falar de uma banda obrigatória em seu repertório!

Diretamente do Texas, cidade de Arlington, a banda Pantera surgiu em 1981, mas o reconhecimento e sucesso veio na década de 90, quando era então formada por Dimebag Darrell na guitarra, no baixo Rex Brown, na bateria Vinnie Paul e Phil Anselmo nos vocais.


E por que você precisa conhecer? Te contamos!


1. Metal de qualidade

Surgido em meio ao sucesso do heavy metal clássico na década de 80, uma época onde as "hairbands" estavam em seu auge, o Pantera conseguiu fazer uma transição do gênero bebendo de novas fontes e influências e alcançando uma originalidade e uma qualidade únicas.

Prova disso é o reconhecimento do público e da crítica, feito nem sempre fácil para uma banda de rock.


Agregando elementos do trash metal, como timbres mais pesados e agressivos, alguns outros do hard core, com músicas aceleradas e um vocal mais gritado, a banda foi fazendo de seu som algo único, acabando por ser enquadrada no chamado Groove Metal, estilo cujo qual a banda é uma das referências.



2. Dimebag Darrell

Falar da banda e ignorar o peso de seu guitarrista seria uma grande pecado. Morto em 2004 baleado durante o show, a morte trágica não foi capaz de apagar o brilho de seu talento.


Dimebag ainda hoje é lembrando como uma lenda do rock, um guitarrista de técnica única, que misturava precisão, velocidade e melodia. Não à toa, esteve entre os 100 melhores guitarristas segundo a Billboard.

Ouvir seus solos e riffs já é, sem dúvidas, um motivo para dar uma chance à banda.


3. Phil Anselmo


O vocalista da banda merece seu destaque por ser o marco na mudança de estilo que a banda passou a partir de sua entrada no final da década de 80.

A partir de sua influencia, a banda passou a deixar de lado o glam metal, que já se encontrava em baixa, e se tornou a banda então aclamada e que está na memória de qualquer fã do gênero.

4. Uma música

Cowboys from Hell, diretamente de 1990, do álbum homônimo, uma das músicas mais conhecidas e certamente aquela que você deve ouvir!





5. Um álbum


Vulgar Display of Power, de 1992, álbum que marca o estilo da banda no Groove Metal e um grande sucesso comercial, merece que você dê uma chance.


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17 abril 2017

5 MOTIVOS PARA ASSISTIR: OS 13 PORQUÊS (2017)


Hannah deixou seus 13 porquês, e nós encontramos os 5 motivos para te convencer a dar uma chance a uma das séries mais comentadas do momento!

13 Reasons Why, no Brasil Os Treze Porquês, é um drama adolescente criado por Brian Yorkey para a Netflix (e claro, Selena Gomez na produção executiva), baseada no livro homônimo de Jay Asher. Traz a história de Clay Jensen (Dylan Minnette), um adolescente que recebe uma caixa com fitas cassetes gravadas por sua amiga Hannah Baker (Katherine Langford) contando os motivos que a levaram a cometer suicídio.

Vamos à lista:

1. Suicídio...


Desde já saiba, o assunto é suicídio. Pesado? Sem dúvidas! Mas necessário. A depressão e a ideia de morte está presente entre a população e falar do tema entre os adolescentes é algo rodeado de tabus e certamente não é tratado com uma abordagem correta, seja qual for o país.

E isso é escancarado na série. Vemos o colégio e até mesmo alguns pais preocupados em falar a respeito. Só que só depois de terem que lidar com o fato consumado. Onde estavam os cartazes sobre o tema antes do ocorrido?

Assim, vemos aqui uma importante função social da série: tocar no assunto. E a reflexão a respeito pode ser útil tanto para quem precisa da ajuda, quando a quem nunca notou que pode ser um porquê na vida de alguém. E não à toa, a repercussão nas redes sociais (#naosejaumporque) mostraram que a série conseguiu sim cumprir essa função (sendo intencional ou não).

2. ...E outros temas polêmicos

Claro que falar de adolescentes e depressão seria praticamente impossível deixar a violência de lado. Estão lá: o bullying, drogas, abuso sexual, homofobia. Parece notável a preocupação em incluir todos os elementos que permeiam a vida dos jovens e trazem riscos. 

E foi tudo muito bem feito. Tudo parece natural e é retratado com a devida seriedade e riqueza de detalhes, o que torna a série madura e com os dois pés dentro da realidade. 

3. O roteiro

Um ponto crucial. O roteiro é muito bem pensado, de modo a te entregar um pouco a cada episódio, fazendo com que o mistério esteja sempre presente, mas sem deixar que se torne desinteressante.

Vemos mais de uma linha temporal, e tudo é muito bem trabalhado conforme vemos a narração dos fatos do passado justificarem a ação no presente. E o mais legal é que você sempre se pergunta se de fato aquilo aconteceu daquela forma, uma vez que tudo se trata do ponto de vista de Hannah.

4. Os aspectos técnicos

Com uma produção que conta com grandes e premiados nomes, não podia se esperar nada menos que uma excelente direção.

E a edição é bem feita, de modo que as transições entre passado e presente são impecáveis e estão apoiadas nos diálogos e em alguns sinais como um machucado que só existe no presente ou no visual de um personagem abalado após a morte da garota, bem como na fotografia, conseguindo nos situar bem temporalmente.

Montagem feita pelo site Buzzfeed.
E alguns momentos em que vemos a trama sendo recriada conforme se ouve a narração dos fatos deixada por Hannah, temos a transição para a realidade a partir do ponto de vista de Clay, presente no local onde os fatos ocorreram. Isso contribui para diferenciar entre as atmosferas presente/passado e para causar o impacto quanto à morte da garota, tanto no personagem, quanto no espectador.

5. A trilha sonora

Aspecto de grande acerto da série, é recheada de clássicos e estilos como indie, rock, eletrônico e pop.

Em muitos momentos cria uma atmosfera mais antiga, o que certamente contribui para aumentar a identificação do público adulto com sua adolescência.


Para concluir, uma grande produção, que mira em assuntos relevantes e acerta em cheio como entretenimento ao criar uma trama cheia de mistério. Vale a pena uma conferida.

Disponível na Netflix, em 13 episódios.


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14 abril 2017

5 MOTIVOS PARA ASSISTIR: NOVO MUNDO


Vamos falar de novela? A última novidade do horário das seis na tela da rede Globo estreiou no dia 22 de março de 2017, com autoria de Thereza Falcão e Alessando Marson, e direção de Vinicius Coimbra.

A trama começa em 1817 e conta a história de amor entre a professora Anna (Isabelle Drummond) e Joaquim (Chay Suede). Ela, professora de português da princesa Leopoldina (Leticia Colin), ele um jovem português que acaba, em meio a muita confusão, embarcando junto da comitiva real rumo ao Brasil, onde o romance entre os dois tem início.

E em meio a aventuras, encontros e desencontros, tudo se desenrola tendo como pano de fundo a História do Brasil no início de século XIX. Mas o que faz da novela interessante? Vamos te contar!

1. A aventura

Completando três semanas de exibição, a novela mostrou que sabe explorar bem a ação tratando da aventura que permeou tanto a viagem pelo oceano Atlântico, como nos perigos e conflitos do Novo Mundo.



Se tratando de uma produção do horário das seis, onde o drama e tramas por vezes mornas e lentas sempre aparecem, a nova novela veio com um fôlego completamente novo, sendo ágil, cheia de ação e superando todas as expectativas.

2. O pano de fundo histórico

Como já citado antes, a trama principal se desenrola ao meio à história de nosso país no início do século XIX e deve retratar os bastidores e eventos que levaram à Independência do Brasil.


E se isso já não é motivo suficiente, vale ressaltar que figuras histórias interessantíssimas estão envolvidas e retratadas. Como exemplo, próprio D. Pedro I (Caio Castro) e seu comportamento questionável, mostrado como o homem mulherengo que era, mas também como um herói disposto a lutar pelo Brasil.

3. Temas abordados

Interessante notar que temas ainda discutidos na sociedade atual tem grande força e, talvez, enraização na ambientação de dois séculos atrás.


A questão do preconceito racial (e não apenas por se tratar de uma época em que ainda havia escravidão): Diara (Sheron Menezzes) se casa com Wolfgang (Jonas Block), um nobre austríaco, e enfrenta toda a problemática de ser aceita pela sociedade da época. E o povo indígena, visto como selvagens, também enfrentam os maus olhos dos brancos europeus.

No que diz respeito às mulheres, temos a própria princesa Leopoldina, submissa a um marido infiel e controlador, lutando para manter sua dignidade e força. 

E a violência doméstica também surge no contexto no qual a mulher é propriedade do marido na figura de Domitila (Agatha Moreira), futura Marquesa de Santos, historicamente conhecida como amante de D. Pedro I, e que sofre agressão em seu casamento ameaçada de perder a guarda dos filhos.

4. Produção impecável

Toda a ambientação para o período histórico está primorosa. Chamam a atenção o figurino, a cenografia, bem como a preparação notável dos atores, desde a preocupação com o sotaque à etiqueta.

E a trilha sonora é um destaque à parte, transmitindo todo o tom heroico que é dado ao roteiro com um instrumental digno de um filme hollywoodiano.

E como é delicioso ver uma abertura tão legal como essa que cumpre sua função de nos apresentar o que que encontraremos na novela:



5. E ainda assim, é novela!

Pegando todos os pontos anteriores, que nem sempre estão presentes ou são dignos de tanto destaque no gênero, somamos elementos que são praticamente obrigatórios em uma novela: uma história de amor que funciona e bons vilões, alívios cômicos e tramas secundárias interessantes.

O romance de Anna e Joaquim funcionou e a vilania do capitão Thomas (Gabriel Braga Nunes) parece promissora, bem como Elvira (Ingrid Guimarães), pedra no sapato de Joaquim que deve atrapalhar bastante o casal de protagonistas.


O alívio cômico parece estar indo bem também. O maior destaque está na própria Elvira, atriz fracassada com uma autoestima que explode de tão alta, rendendo boas cenas entre sua desgraça sem perder sua pose.

E as tramas secundárias ficam a cargo das já citadas figuras históricas e os temas abordados.

"Novo Mundo" é uma grata surpresa que veio com tudo e merece sua atenção! 

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11 abril 2017

5 MOTIVOS PARA OUVIR: COLDPLAY


Uma banda conhecida do grande público e cujo espaço no cenário musical está mais do que consolidado é a inspiração de nossa lista de hoje.

A banda britânica já completou uma década de sucesso e tem no vocalista (e pianista) Chris Martin a figura marcante na frente da banda, que conta ainda com  o guitarrista Jonny Buckland, o baixista Guy Berryman e Will Champion na bateria.



Se já é fã ou não, vem conferir o que mais gostamos na banda!

1. Uma longa carreira de sucesso

Fundada em 1996, a banda acumula hits e uma carreira sólida em vendas de discos e premiações. Não à toa possui uma legião de fãs no mundo todo e arrasta multidões por onde passa. E ainda hoje se ouve nas rádios alguma novidade vinda da banda. Para dez anos de estrada é sem dúvidas um grande feito e vale como um um bom motivo para você correr apertar o play.

Que tal um dos últimos lançamentos para começar?


2. Som pra vários gostos

Como grande parte das bandas com carreira duradoura, o som do Coldplay não se manteve igual no decorrer do tempo. Isso é um ponto que, muitas vezes, é visto como ruim, principalmente aos olhos do fã que acompanha a banda desde o início.

Fato é que a banda foi modificando seu som de modo a conquistar um espaço cada vez maior. Demérito? De modo algum! O resultado? A cada álbum um som diferente! Dificilmente você não será conquistado por alguma música quando ouvir.



Claro que o fã de um determinado estilo se incomoda com isto. Natural. Mas se você é fã de música e não de determinado gênero, fica mais fácil digerir essas mudanças. E se captar a energia, a mensagem de cada álbum, notará que a banda sabe sim fazer coisa boa. 

O rock alternativo lá de 1996 e dos anos 2000 é bom. O pop da década atual também traz hits super bacanas. E seja no rock, seja no pop, a essência da banda se mantém, ficando fácil reconhecer quando é Coldplay que tá tocando no rádio.

3. A trilha sonora da sua fossa

Fãs da banda, não se irritem. Mas fato inegável: a banda possui em repertório perfeito para qualquer fossa. Aquele piano, a voz do Chris, o que diz a letra... Ok, vamos exemplificar com 2 canções e seus respectivos refrões:



"Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh, take me back to the start"


"All I know
All I know
Is that I'm lost
Whenever you go
All I know
Is that I love you so
So much that it hurts"

Viu? Dá pra se jogar na fossa sim! E não, isso não é ruim! 

4. Essas músicas

Começamos uma tradição de sugerir a música que achamos que você deve ouvir para dizer que deu uma chance para a banda, certo? Ok, faremos diferente aqui, daremos duas. Uma lá do início, do rock alternativo e outra mais pop do som atual. 


Yellow, o primeiro sucesso da banda, diretamente do álbum de estreia lançado em 2000. Essencial para conhecer a banda, escolhida aqui por motivos óbvios.



A Head Full Of Dreams, faixa que traz o título do último álbum de 2016. Foi o quarto single do álbum, contando com um videoclipe. A melhor música? Não! Mas representa bem a vibe mais animadinha e dançante que a banda traz em seu som atual. E optamos por ela porque certamente outras músicas que se enquadrariam aqui já chegaram aos seus ouvidos!

5. Os videoclipes

A banda investe em divulgação e vez ou outra surgem clipes muito legais! E não podíamos deixar de fora! Difícil escolher um favorito, mas certamente vale a pena conferir esses aqui:











Gostou da banda? Já é fã? Conta pra gente! Estamos sempre abertos à opiniões!

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